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11/04/2004 a 17/04/2004
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Nova Dutra
Santuário de Aparecida
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| um passeio pela Via Dutra |
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roteiro
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Escrito por Claudio às 20h39
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A rodoviária do Tietê
a 2º maior rodoviaria do mundo.
A Rodoviaria Tietê é o maior terminal rodoviário da América Latina e o 2º maior do mundo; perde apenas para o de Nova York Entrou em operação em 9 de maio de 1982. Está localizada na Avenida Cruzeiro do Sul, 1800, no bairro de Vila Guilherme, junto à Estação Tietê do Metrô. Ela comporta 61 empresas de ônibus, com 331 linhas que atendem diretamente 611 localidades em todos os estados do Brasil (exceto Amazonas e Acre) e 4 países (Uruguai, Paraguai, Argentina e Chile).
Dentre outros, oferece os seguintes serviços : balcões de informações, ponto de encontro, achados e perdidos, estacionamentos, assistência social, DSV, postos do DNER, DER, caixas eletrônicos dos bancos Bradesco, Itaú, Banespa, e 24 horas, caixa de coleta dos correios, telefones públicos, sanitários, elevadores, relógios, fraldário, bebedouro, postos de vacinação, guarda volumes, farmácia, pontos de taxi, etc.
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Escrito por Claudio às 19h14
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Uma sala de espera na Rodoviaria de São Paulo
Desde o fim do mês passado, quem vai ao Terminal Rodoviário do Tietê tem uma boa surpresa. Uma grande reforma, que ampliou a área coberta de 2.700 para 4.100 metros quadrados, deixou a maior rodoviária da América do Sul de cara nova. Ela também está mais limpa e segura. Basta dar uma olhadela no chão para perceber a diferença. Carrinhos com escovões giratórios trabalham sem parar para manter o piso em ordem. Luzes indiretas substituíram as antigas lâmpadas fluorescentes, que deixavam os passageiros com um tom meio esverdeado. Nos corredores, seguranças uniformizados circulam de um lado para o outro com walkie-talkies nas mãos. Os 66.000 viajantes que passam por ali diariamente agora contam com novas opções de lojas e lanchonetes. Foram inaugurados quiosques do Dunkin'Donuts, da Casa do Pão de Queijo, do Mister Sheik e do Bob's. "Antes, só tinha coxinha engordurada", afirma o estudante Germano Tiago, que costuma viajar regularmente de ônibus para o Rio Grande do Sul. "O Tietê está parecendo um shopping center", exagera Altair Moreira de Souza Filho, diretor executivo da Socicam, empresa que, junto com a Termini, forma o consórcio Prima, responsável pela administração da rodoviária.
fonte:
http://veja.abril.com.br/vejasp/161002/cidade.html texto
Escrito por Claudio às 19h13
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alta velocidade
Em sua maior porção, a BR-2 contava com pista simples - ou “pista singela”, como tratavam os técnicos de então -, operando em mão-dupla. Em dois únicos segmentos havia pistas separadas para os dois sentidos de tráfego: nos 46 quilômetros compreendidos entre a Avenida Brasil e a garganta de Viúva Graça (hoje, Seropédica), no Rio de Janeiro, e nos 10 quilômetros localizados entre São Paulo e Guarulhos.
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Escrito por Claudio às 19h12
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Uma passarela
Construída com as mais modernas técnicas de engenharia da época e com equipamentos especialmente importados para isso, a Rio-São Paulo de 1951 permitiu reduzir a distância rodoviária entre as duas capitais em mais de 100 quilômetros, comparando-se o novo caminho com o traçado da velha rodovia, inaugurada em 1928. A maior parte dessa redução foi conseguida com a superação dos obstáculos naturais, basicamente nos banhados da Baixada Fluminense e na área rochosa da garganta de Viúva Graça, na região de serras entre Piraí e Cachoeira Paulista e no segmento da Várzea de Jacareí. Apenas 8 quilômetros do antigo traçado foram aproveitados, justamente o segmento encravado na Serra das Araras, depois de alargamentos e correções de pista. Além disso, sua concepção avançada permitiu a construção de rampas menos acentuados e curvas mais suaves. Tudo isso representou significativa queda no tempo de viagem, de 12 horas, em 1948, para 6 horas.
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Escrito por Claudio às 19h11
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A via Dutra
A honra de resgatar e preservar a História

O ano de 2001 marca as comemorações pelos 50 anos da Via Dutra. Exatamente no dia 19 de janeiro de 1951, o Presidente Eurico Gaspar Dutra inaugurava a então nova ligação Rio-São Paulo, que acabou recebendo seu nome. Esta edição especial da Revista Novas da Dutra é inteiramente dedicada ao 50º aniversário da Dutra e busca resgatar, mesmo que modestamente, um pouco da história rodoviária brasileira. Faz parte das comemorações um calendário de eventos para marcar com festa a passagem dessa data e a decoração da rodovia com uma programação visual alusiva ao aniversário. Coincidentemente, nós, da NovaDutra, também estaremos comemorando uma data especial em 2001: o 5º ano da concessão.Temos a honra de ter sido agentes da recuperação e da modernização da rodovia ao longo dos últimos cinco anos. Nestes cinco anos, a Dutra renasceu. Agora, partimos para uma nova campanha. Queremos resgatar a história da ligação Rio-São Paulo. Nesse sentido, contamos coma a sua ajuda. Se você tiver fotos, publicações ou documentos antigos que possam contribuir nessa tarefa, e quiser doá-los, entre em contato conosco. Juntos, estaremos ajudando a contar parte importante da história do Brasil. Porque falar da rodovia de ontem ou de hoje é falar do progresso brasileiro. Afinal, como bem disse o Ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, na entrevista exclusiva publicada nesta edição, a Dutra continua sendo a mais importante rodovia do País. texto
Escrito por Claudio às 19h10
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Por do sol em Jacarei
"Estou encantado com o que ví"
Com essas palavras, às 11h25 da manhã de 19 de janeiro de 1951, o general Eurico Gaspar Dutra, Presidente da República, descerrou a placa de inauguração da BR-2, a Nova Rodovia Rio-São Paulo, em solenidade realizada na altura de Lavrinhas (SP). A rodovia ainda não estava completamente pronta, faltando a pavimentação de 60 quilômetros entre Guaratinguetá e Caçapava e de 6 quilômetros em um pequeno trecho situado nas proximidades de Guarulhos. Dos 405 quilômetros de extensão total, porém, 339 estavam concluídos, junto com todos os serviços de terraplenagem e 115 obras de arte especiais (trevos, viadutos, pontes e passagens inferiores). Em sua maior porção, a BR-2 contava com pista simples - ou “pista singela”, como tratavam os técnicos de então -, operando em mão-dupla. Em dois únicos segmentos havia pistas separadas para os dois sentidos de tráfego: nos 46 quilômetros compreendidos entre a Avenida Brasil e a garganta de Viúva Graça (hoje, Seropédica), no Rio de Janeiro, e nos 10 quilômetros localizados entre São Paulo e Guarulhos.
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Escrito por Claudio às 19h09
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A velha Basilica de Aparecida
Rapidez, segurança e econômia
Construída com as mais modernas técnicas de engenharia da época e com equipamentos especialmente importados para isso, a Rio-São Paulo de 1951 permitiu reduzir a distância rodoviária entre as duas capitais em mais de 100 quilômetros, comparando-se o novo caminho com o traçado da velha rodovia, inaugurada em 1928. A maior parte dessa redução foi conseguida com a superação dos obstáculos naturais, basicamente nos banhados da Baixada Fluminense e na área rochosa da garganta de Viúva Graça, na região de serras entre Piraí e Cachoeira Paulista e no segmento da Várzea de Jacareí. Apenas 8 quilômetros do antigo traçado foram aproveitados, justamente o segmento encravado na Serra das Araras, depois de alargamentos e correções de pista. Além disso, sua concepção avançada permitiu a construção de rampas menos acentuados e curvas mais suaves. Tudo isso representou significativa queda no tempo de viagem, de 12 horas, em 1948, para 6 horas.
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Escrito por Claudio às 19h07
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Basilica de Aparecida do Norte
"Governar, é abrir estradas"
Eleito governador de São Paulo em 1920 com o lema “Governar é abrir estradas”, Washington Luís alavancou fama nacional como empreendedor, levando suas propostas de rodoviarismo para o resto do País a partir de 1926, quando elegeu-se Presidente da República. Foi o presidente que construiu as primeiras grandes rodovias brasileiras, dentro da proposta de ligar a então Capital Federal, no Rio de Janeiro, ao resto do país. Entre suas realizações está a conclusão da Velha Rio-São Paulo, estrada que já estava aberta no trecho paulista, mas que dependia de grandes obras em território fluminense. No dia 5 de maio de 1928, Washington Luís entregou os 120 quilômetros restantes, 37 dos quais pavimentados, com pista simples de 8 metros de largura. Ao todo, a velha estrada tinha 506 quilômetros.
Antiga Rio-São Paulo
Ela começava na Praça Mauá, no Rio, seguindo até Santa Cruz seguindo pela estrada dos Jesuítas, no traçado da atual BR-465, até Paracambi, subindo daí, à esquerda da Dutra de hoje, em direção a Passa Três, São José dos Marcos, Pouso Seco, Bananal, Formoso, São Joaquim Barreiras, Queluz, Areias, Lavrinhas e Silveiras. Nesse ponto, seguia para a direita do trajeto atual da Dutra, passando por Valparaíba, Lorena, Guaratinguetá, Aparecida, Roseira, Pindamonhangaba, Taubaté, Caçapava e São José dos Campos. Voltava para a margem esquerda da rodovia atual, passando por Jacareí, Mogi das Cruzes, Suzano, Arujá, Guarulhos, chegando, por fim, a São Paulo. texto
Escrito por Claudio às 19h06
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Matriz de Guaratinguetá
Antiga Rio-São Paulo
Ela começava na Praça Mauá, no Rio, seguindo até Santa Cruz seguindo pela estrada dos Jesuítas, no traçado da atual BR-465, até Paracambi, subindo daí, à esquerda da Dutra de hoje, em direção a Passa Três, São José dos Marcos, Pouso Seco, Bananal, Formoso, São Joaquim Barreiras, Queluz, Areias, Lavrinhas e Silveiras. Nesse ponto, seguia para a direita do trajeto atual da Dutra, passando por Valparaíba, Lorena, Guaratinguetá, Aparecida, Roseira, Pindamonhangaba, Taubaté, Caçapava e São José dos Campos. Voltava para a margem esquerda da rodovia atual, passando por Jacareí, Mogi das Cruzes, Suzano, Arujá, Guarulhos, chegando, por fim, a São Paulo.
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Escrito por Claudio às 19h01
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Velha árvore em Guaratinguetá
Duplicação, outro desafio
A vida profissional do engenheiro civil Luís Alberto Lodi, 66 anos, tem como um dos seus momentos mais marcantes o período em que trabalhou nas obras de duplicação da Dutra, iniciada em 1965. Lodi lembra com orgulho o período de um ano e meio em que trabalhou no trecho situado entre as cidades de Roseira e Cachoeira Paulista.
“Foi um trabalho grandioso e espetacular. Algumas novidades técnicas foram usadas pela primeira vez no país especificamente para esta obra”, lembra, destacando que compactadores vibratórios, rolos compressores e retro escavadeiras foram importados especialmente para atender à demanda tecnológica exigida pela obra.
A metodologia de trabalho de engenharia também apresentou novidades. Ao contrário do que era praticado na época, quando as obras eram coordenadas por no máximo dois engenheiros, na Dutra os trabalhos passaram a ser conduzidos por equipes de profissionais. “Éramos um time de oito engenheiros responsáveis diretos por cerca de 250 trabalhadores”.
As dificuldades também fizeram parte do cotidiano. Acostumado a trabalhar em construção e ampliação de rodovias, Lodi afirma que o volume de tráfego na via Dutra “já era impressionante na época”.
Ampliações
Com o aumento da frota nacional e do transporte de cargas por rodovia, alguns segmentos da BR-2 começaram a congestionar, notadamente na Serra das Araras e na ponta de São Paulo. O fluxo saltou dos modestos 1.000 veículos em 1.951 para 6.000 em 1958. Em função disso, o Governo Federal decidiu realizar novos investimentos e, à medida que os recursos iam sendo disponibilizados, foi duplicando as pistas nos trechos críticos. Entre 1959 e 1960, construiu uma nova pista de subida na Serra das Araras e duplicou um segmento de 42 quilômetros entre Guarulhos e Jacareí. A partir daí, foi complementando gradualmente os 274 quilômetros restantes da duplicação, com obras pontuais. O grande esforço de construção aconteceu a partir de 1965. Em 15 de novembro de 1967 foi entregue a via duplicada de ponta a ponta.
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Escrito por Claudio às 19h00
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Vista de Guaratinguetá
Desde os primeiros tempos, uma grande quantidade de garças marcava a paisagem desta região às margens do rio Paraíba, entre as serras do Mar e da Mantiqueira. Os índios a denominaram Guaratinguetá, expressão que, na língua tupi-guarani significa reunião de guarás-brancos.
O local já estava assim batizado quando por ele passaram os primeiros homens brancos, nos anos finais do século XVI. Eram grandes expedições de portugueses que, acompanhados pelos índios, buscavam as regiões além da Mantiqueira, nas futuras Minas Gerais, onde sabiam existir ouro e pedras preciosas.
A fixação do povoado branco na região, entretanto, somente aconteceu a partir de 1628, com a doação a Jacques Félix e seus filhos, de datas de terras nos sertões do Rio Paraíba. Informa o primeiro Livro-Tombo da matriz de Santo Antônio de Guaratinguetá que, por volta de 1630, no local da atual catedral, foi erguida uma capelinha feita de pau-a-pique e coberta de sapé, sob a invocação de santo Antônio de Pádua, cuja festa se comemora a 13 de junho.
A invocação do santo fixa, assim, essa data, que está gravada à porta da catedral, como o início do povoado de Guaratinguetá, pois era uso do colonizador português batizar o local com o nome do santo do dia.
Em torno da capela se desenvolveu o povoado que, no ano de 1651, a 13 de fevereiro, por requerimento do capitão Domingos Luiz Leme, foi elevada a Vila de Santo Antônio de Guaratinguetá, sediando grandes extensões de terra.
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Escrito por Claudio às 18h59
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Praça da Matriz em Queluz
"A concessão"
Com sérios problemas de caixa e outra ordem de prioridades, o Governo Federal foi sendo obrigado a reduzir gradativamente os recursos destinados à manutenção e modernização do parque rodoviário existente. Diante disso, a Via Dutra foi deteriorando. Em 1995, o Governo criou o Procrofe – Programa de Concessões de Rodovias Federais e incluiu a Dutra no primeiro pacote de trechos a serem concessionados.
Em acirrada licitação, ganharam os acionistas da empresa que mais tarde seria chamada de NovaDutra (Concessionária da Rodovia Presidente Dutra S. A.). Criada em outubro de 1995, a empresa assumiu a rodovia em março de 1996, empreendendo um dos mais audaciosos cronogramas de reforma e modernização na história da engenharia rodoviária do País.
Em cinco anos, a Dutra renasceu e voltou a ter condições físicas para cumprir seu papel, de principal ligação entre São Paulo e Rio. Para que isso acontecesse, a empresa injetou na rodovia mais de R$ 1 bilhão em obras e serviços, representando um marco nessa nova fase da administração de rodovias brasileiras e na vida da própria Via Dutra.
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Escrito por Claudio às 18h57
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Queluz e o Rio Paraiba do Sul
Rio Paraíba do Sul
História da Bacia do rio
A ocupação da bacia do rio Paraíba do Sul pelo homem branco iniciou-se na segunda metade do século XVI, , com o objetivo de caça aos índios que habitavam a região, para trabalharem na lavoura de cana-de-açúçar: os goitacazes, na região da foz no norte fluminense e, Paraíba acima, os puris e coroados, habitantes primitivos da bacia. Esse processo se deu ao longo dos diversos ciclos econômicos:da cana-de-açúcar (século XVII),da cana-de-açúcar (século XVII), do café (final do século XVIII e século XIX), chegando ao ciclo industrial, no século XX. Todas essas atividades econômicas foram desenvolvidas de forma predatória, contribuindo para que a bacia chegasse ao estado de degradação ambiental em que se encontra hoje. Os primeiros povoados surgiram junto à foz, no estado do Rio de Janeiro, e no Vale do Paraíba Paulista, em torno da atividade canavieira. No século seguinte, com a descoberta e exploração de metais e pedras preciosas em Minas Gerais, intensificou-se a ocupação da região, especialmente ao longo dos caminhos que, atravessando a bacia, estabeleceram a ligação da zona mineradora com São Paulo e o Rio de Janeiro, para escoamento da produção. Foi com a cultura do café, a partir do final do século XVIII e intensificada no decorrer do século XIX, que a ocupação da bacia do Paraíba do Sul, tomou impulso. Navegável em poucos trechos, o rio Paraíba do Sul, no século XIX, foi utilizado como via de transporte, para escoar a produção de café que, de Barra do Piraí. Acompanhado a expansão dos cafezais, as estradas de ferro penetravam e ultrapassavam o Vale do Paraíba do Sul. Assim, apesar da estagnação oriunda do declínio da economia cafeeira, viu-se a bacia provida de uma boa infra-estrutura de transportes que, aliada à posição geográfica, à disponibilidade de recursos hídricos e à facilidade de obtenção de energia elétrica, estabeleceu as bases para o progresso subsequente com a formação de um importante eixo industrial entre São Paulo e o Rio de Janeiro. texto
Escrito por Claudio às 18h50
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Matriz de Queluz
Região do Vale Histórico, Serra da Bocaina
A região do Vale Histórico é composta pelas cidades Silveiras, Queluz, Areias, São José do Barreiro, Arapeí e Bananal. Situada no eixo Rio-São Paulo, ao pé da Serra da Bocaina, o vale é uma das maiores belezas naturais de nosso país. Essas cidades, de grande importância para a história do Brasil na época do café, conservam suas culturas e uma natureza intacta. texto
Escrito por Claudio às 18h48
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